Historias de botequim ordinarias...


02/12/2008


Fugindo da Redoma: Não pertencendo a uma organização ou grupo.

 

       Desde infantes somos instruídos a viver em sociedade a pertencer há algum clã ou organização, como forma de sermos prestativos e sermos inseridos na sociedade e também não estarmos sozinhos.    

     Quando alguém se isola é chamado de ermitão, uma forma circunlóquia de não se dizer que é insano com todas as letras, mas tanto um como outro são fugas ao que é, se a pessoa fica no sistema pode se condicionar a ele ou pode abrir mão dele fugindo para longe, mas de uma forma ou de outro, aproximação e fuga, estão na mesma escala a que cabe entendimento e não atitude.

As próprias pessoas são apenas solidárias em catástrofes, no resto do tempo, cada um cuida do seu umbigo e imersos no sistema de competição, lutam e se digladiam em posições na sociedade, mesmo os (ditos) mais religiosos muitas vezes tem apenas um verniz sobre a personalidade para os diferenciar, mas por dentro são avarentos e cheios de cobiça como qualquer outra pessoa e usam de frases decoradas para muitas vezes justificar sua escolha a esta ou aquela organização e sempre justificando que onde ela esta agora, é muito bom.  

Quando a consciência esta limitada à idéia de uma organização, sua opinião não pode ser isenta ainda que a idéia seja (dita) nova, ela vem da memória que é o deposito do passado, destarte nunca é novidade e por isto esta presa nas estruturas de pensamento. 

O verdadeiro sentimento do sagrado não pode estar preso a uma idéia sob pena de ser uma projeção da mente e acabar tendo traços desta própria mente se tornar uma mera forma pensamento com divindade que emprestamos.

Se a pessoa julga muito, certamente ela tem uma mente muito repressora, um ego sobre carregado que a julga o tempo todo no seu silenciar, por isto a fuga julgando as outras pessoas segundo o que elas acham oportuno.

No começo o homem se organizava em tribos, para sobreviver à vida que era muito dura fora destas composições sociais.

 Mas o homem moderno não precisa mais pertencer a um clã ou a uma idéia, vivemos num tempo onde a liberdade social é maior, mas ainda assim o homem traz resquícios de sua ancestralidade da vida em grupos e estes grupos formaram subgrupos que ainda que  com bons interesses,muitas vezes é castrante no sentido que não deixar o questionamento das situações da vida serem refletidas pelo próprio homem.    

Muitos filósofos lutaram por esta liberdade de expressão da alma, mas como ficaram presos as suas idéias, acabaram por criar padrões mantendo muitas outras pessoas a sua imagem, muitas vezes boa, na maioria das vezes nefasta ao próprio.

A esta altura muitos devem ser perguntar se é possível ficar livre destas influencias e desenvolver uma opinião própria sobre as coisas da vida...

Só o próprio homem pode analisar isto, se esta sendo influenciado por este ou outro meio, ou por esta ou aquela idéia. Se ele é bem quisto por uma maioria, certamente sua opinião tem peso, mas a sua opinião se vem de um padrão não reflete a idéia da maioria, porque esta presa a algum meio.

 Sua opinião não é nova às vezes uma reforma da idéia antiga que parece revolucionaria, mas é a mesmo conceito com outra roupagem, mas dita de modo deleitoso.

       Ao homem não cabe procurar placas, indicações ou partes de verdade sob pena de se prender a um estado de estancamento psíquico e espiritual e limitar a divindade na sua mente.

     Não estar preso a morais e éticas de outros homens que as quebram quando convier e ainda se estão no poder, dizem que é um “mal necessário” com justificativas que nunca justificam nada e ainda levam os seus próprios a transgressões em nome de uma pseudoliberdade vigiada de perto.

     A mente interessada em reformas não pode ser religiosa, porque fraciona a divindade dentro da sua reforma e outra será logo necessária criando antagonismos e divisão dentro da própria sociedade.

  Nos seus discursos de morais e bons costumes esta uma critica as pessoas que não o seguem que levam diversos adjetivos pejorativos por não compactuarem com sua idéia.

Para que o ser humano descubra algo por si, ele tem de estar em contato com a sua essência, na sua individualidade na liberdade dos grilhões de outrem e livres dos sentimentos mais baixos que nos fazem competir ainda que quando se desejam benefícios as pessoas.

Livre dos traços do seu ego, o homem pode ir a busca do extraordinário e provar por si a sua verdade e a sua responsabilidade na condução de sua vida sob o planeta.

Isto não é o começo de uma religião ou o alcançar de um estado iluminado, mas sim experimentar as coisas como elas são realmente, é necessária uma consciência plena e examinadora de cada problema.

Uma mente viva e abrangente, mas este estado é difícil de ser alcançado e nem se pode fazê-lo por sistemas por se acabar sendo presa do mesmo e se vinculando a um novo padrão.

Se ele vier, você deve aproveitá-lo enquanto durar, mas não desejá-lo, pois novamente você estará bebendo do vinho velho da sua mente e não dos odres novos onde estão as essências divinas.

    Podemos nos libertar das influencias sendo nós mesmos a todo o momento e deixando de ser rótulos; em tempo:

“O difícil não é ser um discipulo, um mestre ou um bom conselheiro o mais arriscado é não ser um rotulo e ser simplesmente... você!”.

 

 

 

 

Escrito por Fernando Alarcon às 12h35
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13/11/2008


Fugindo da redoma: Amor e ódio os dois pólos da vida.


Para um relacionamento dar certo, vários elementos têm de estar envolvidos, tem de haver cumplicidade, companheirismo e admiração entre as partes envolvidas e não pode de forma alguma haver apego, pois se há, uma das partes tem de dominar para manter o outro ao seu alcance.
A maioria dos relacionamentos é de apego e animosidade, e esta ligada a diversos interesses como “status”, conforto e medo da solidão.
Chamar de “amor” este apego a alguma pessoa é um pouco leviano e não saber a verdade da extensão do livre arbítrio de outrem. Dizemos muitas vezes que não exercemos este livre arbítrio e por isto, não somos tão livres assim, mas mesmo isto é uma forma de manipular as leis existentes e criadas pela Inteligência Superior porque nunca nos conformamos com a recusa de outro ao nosso “amor” oferecido a ele, mas que nunca é de forma incondicional há sempre um algo atrás desta intenção.
Se você pudesse dizer a alguém: -Eu te amo e eu te odeio!
Você estaria sendo absolutamente verdadeiro, mas a outra pessoa não entenderia... Porque você sendo namorado, você também seria inimigo?
Isto é bem simples de se elucidar:- Ninguém faz um inimigo que não conheça e que muitas vezes tenha sido amigo e algumas das vezes... Um grande amigo.
E por não encontrarmos uma pessoa que veja esta realidade com bom senso e sem estar navegando nos dois pólos da mente que padecemos tantas dores, sofremos, choramos e culpamos a todos e a pessoa por fugir deste imenso amor que queremos dar a ela e muitas vezes ela sofre muito com outra pessoa, porque o que ela emite é um espelho de si mesma, o reflexo no espelho, fugindo de alguém que a quer, mas ela não gosta, encontra alguém que pensa ser diferente, mas é um mero reflexo.
Este apego deve ser visto de fato com todas suas facetas e lados, enxergando a realidade e a impermanência das coisas terrenas, e sabendo que tudo tem um fim ou se transmuta em algo melhor ou pior, mas se você tem esta percepção de enxergar estas realidades à libertação te traz o verdadeiro livre arbítrio que não é planejar as situações em nossas vidas, mas analisá-las da forma que elas vem e como elas vem e o que tiramos de proveitos delas.
Não se apegar às coisas de imediato, no entanto examinando a coisa à medida que se caminha pela vida e nem fugir da coisa, pois isto apenas seria outro modo de fuga ao que é, uma forma de evitar sofrimentos, mas criar outro conflito que seria o medo da solidão.
Se você planeja tudo, você esta se guiando pela mente que é um organismo intricado e você pode cair na rede das estruturas de pensamento, mergulhado no desejo de ter e ser algo, outro conflito seria criado, já que você opera com forças de ação e reação.
Entre estes paralelos de agir e não agir, muita energia foi criada e não esta sendo aplicada e que certamente serão forças antagônicas que se não usadas, estourarão em alguma outra coisa, tal qual uma explosão de raiva num momento qualquer ate bobo, às vezes...
Diante destes acontecimentos, você tentara ir a uma direção contraria, afim, de evitar o sofrimento, mas já terá criado um prejuízo à outra pessoa que não entenderá sua atitude.
Os dois pólos amor e ódio estão dentro da mente e não fora dela e em algum momento estes dois pólos se chocam, por não haver uma divisão, uma barreira entre eles, eles estão no mesmo patamar apenas diferem em graus e um pode se transformar no outro facilmente.
Tem de haver um equilíbrio como em todas as forças da natureza e que tem de haver dentro de nós também, é certo que não é um simples processo, mas a atitude sincera de querer mudar já traz a libertação deste cativeiro e você livre, pode ver o sol e as verdadeiras coisas da vida e que não necessariamente tem de trilhar pela dor...

“T0DAS AS COISAS SÃO DUPLAS. TUDO TEM SEU PAR DE OPOSTOS, E ESTES OPOSTOS SÃO DE NATUREZA IDÊNTICA, DIFERENTES APENAS NO GRAU”. O Cabbalion

Escrito por Fernando Alarcon às 16h07
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08/11/2008


o cerne interior! a violencia e a paz interior

Fugindo da redoma: A violência e a paz interior!



Porque há tanta violência em nosso meio... Devido a uma falta de equilíbrio e harmonia interiores, colhemos frutos amargos, muitas vezes sem saber o porque criamos estas situações, na grande verdade da vida, elas existem em nós de forma plasmática, ou seja, criamos mentalmente ou emocionalmente uma circunstância que se materializa devido ao nosso orgulho em querer mostrar segurança ou medo de errar.
Agindo por impulso acabamos destruindo o livre arbítrio de outras pessoas por nos acharmos donos dela ou da situação que aparece e que criamos e que precisamos solucionar logo para resolver o conflito. E com medo de criar esta confusão, a criamos de qualquer forma.
As pessoas geralmente necessitam do poder pra se auto-afirmar, para serem alguém pra elas mesmas e para o mundo em que vivem, ser reconhecidas. Ser o centro das atenções porque se acha alguém medíocre interiormente, não é a solução para se ser alguém de fato.
O “eu” mergulhado no ego necessita da posse para sobreviver, ele precisa ser o centro das atenções para mostrar a sua importância aos outros e quando isto não é feito através das posses materiais, ela usa a violência para mostrar este posse...Mas afinal, pode alguém viver sem ambição sem se tornar um monge monástico?
Renunciando a um afeto não correspondido em nome do verdadeiro amor e o sentimento de verdadeira humanidade que parece tão em falta nestes dias?
Sim ela pode... Se ela não se identifica com a coisa com o objetivo que ela queira alcançar e entendendo a impermanência das coisas terrenas em se tratando (principalmente) das relações humanas.
Esta obsessão a ponto de ser o próprio alvo, esta pessoa começa por se dar um valor muito menor do que realmente merece...E se alguém é o alvo, pode ser acertado pelo que lançou antes, pela sua própria idéia, pela palavra lançada.
Quando não existe um centro, um ponto de equilíbrio as pessoas sempre tentam se identificar de tal forma que aquilo acaba se tornando parte de sua vida, o seu centro de poder acaba sendo algo material e não o verdadeiro eu, a sua personalidade básica, ela se move pela periferia, mas fica só nesta periferia.
Uma idolatria, por qualquer coisa que seja, acaba sendo fanatismo ainda que seja religioso, porque a pessoa coloca o objetivo acima de si mesma, não é egoísmo pensar na melhoria de si mesmo. A imagem que ela cria de si é utópica, de uma falsa moral e virtude, porque ela se espelha em algo virtual e não em si mesma e o laboratório esta dentro de si e não fora.
O indivíduo já não é um ente singular, mas uma mera copia do que almeja de seu santo predileto, um mártir que arrasta seu martírio nas pessoas.
Mesmo uma revolução que visa mudar a vida de um povo para muito melhor segundo seu idealizador, acaba sendo um desejo de acumular mais possessão, pois quanto sangue é derramado para poder se perpetrar a nova idéia?
Revestidos do poder o homem acaba não sendo um homem, mas um mero fantoche das ambições do seu ego.
As pressões as que são submetidas às pessoas no dia a dia e a permanente tomada de decisões levam a mente a um estado de ruminar onde quer estar e ser, mas não ao que ela é, que é um estado condenável do ponto de vista desta mesma mente.
E para sair deste estado muitas vezes ela o faz por impulsos o que cria um desequilibro interior no ímpeto de uma mudança brusca que gera conflito por ser de forma violenta e não ponderada. Tal como mudar de faixa sem dar sinal, pode causar um acidente. Neste caso trata-se da mente a tentando corrigir a mente o que é outra loucura já que o vir a ser, é algo irreal. Sair de um estado pelo próprio estado em si é loucura, um louco não difere da sua loucura, já que há um estado e não um ente separado da loucura. Uma mente em conflito não pode alcançar a paz, se ainda houver algum bom senso dentro dela, pode se achar um meio-termo, observando-se a nos movimentos das marés internas. Como um espectador que assiste atentamente a um filme e vê o desenrolar dos fatos com atenção ela pode se enxergar como o cerne de toda trama e sem querer mudar o destino, ela já muda, pois mesmo a inação traz movimentação!
“Nada no Universo esta parado, tudo se move! (o Cabbalion)”





Escrito por Fernando Alarcon às 20h09
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11/10/2008


Fugindo da Redoma

Fugindo da redoma...A morada da alma...Meditação!

 

 Basicamente a nossa personalidade é formada desde a infância abalizada no que sociedade nos põe de valores bons ou maus e que se apresentam no nosso cotidiano conforme a situação do momento, muitas vezes formadas pela esperteza sórdida ou a humildade conveniente... Mas analisando friamente como são formadas estas estruturas de pensamento, vemos que se tratam apenas de restos de memórias que aparentam ter vida pela importância excessiva que damos a eles devido ao sobrecarregado ego humano.

   A mente na limitação do ego que se impõe em seus movimentos para se tornar reconhecida em algum campo na sociedade (ser, ter e fazer), projeta uma pseudo-individualidade (imersa no sentimento de gado imposto e aceito) onde as pessoas apostam no futuro todas as suas realizações e frustrações vivendo de esperanças...

A consciência universal (Deus) fica assim fracionada na imaginação, limitada por ser conteúdo (e não o Todo como deve ser) e a própria estrutura psíquica imóvel no limite da idéia, tem de si a imagem que estes valores representam em todas as atitudes condicionadas pelo tempo que projetam.  Buscando satisfação e prazer a todo e qualquer custo nos sonhos que planejam para concretização de situações felizes hipotéticas ou no evitar situações desagradáveis dos sofrimentos e dores.

  Estas imagens variadas presas dentro da esfera da mental, formam todo o centro de ação do individuo que esta condicionada a sempre esperar alguma coisa (esperança), ou a ocasião certa formada de um núcleo (idéia pré-concebida) e periferia (atitude) fugaz de grande mobilidade onde se desloca do centro de ação indo para a periferia, interagindo com os mais diversos interesses dentro dos valores fundamentais e culturais do existir. 

Apesar de combatermos nossos defeitos a todo custo em nós e sermos chamados a razões humanitárias em prol de um mundo melhor e mais justo, certas atitudes tomadas por outras pessoas nos incomodam e nos fazem questionarmos sobre as validades delas.

Constituídas do poder que acham ter por serem mais astutos no conhecimento de direitos constituídos difundidas na “Escola da vida”, acabam por nos ferir e incomodar coagindo nosso comum estado mental a sair deste pólo central (comodidade, não agir), e da (falsa) harmonia interna:

Alguém que nos passa a frente na fila dissimuladamente. Ultrapassa-nos a força no caminho como se seu tempo fosse mais precioso que o nosso. Súbito e hábil interrompe o orador numa conferência impondo sua opinião que ninguém gostaria de saber. Outro atravessa uma conversa particular sem pedir licença. Um falar aos gritos perto de nós como se o lugar todo ali fosse dele...  Muitas vezes o ferir nos é feito indiretamente, ao presenciarmos situações constrangedoras no dia-a-dia, ou mesmo em filmes, jornal, novela...O que nos leva questionar de onde vem tanta violência e cinismo do ser humano e se de fato apesar de ser imagem e semelhança do Criador age de forma tão insensata com seus iguais.

Estas imagens que temos de nós, substituíveis conforme nos convenha, são chamados arquétipos na sociedade e podem tomar muitas outras formas. Por exemplo, fracionar-se em milhares de pensamentos, ser multifacetada e com diversas mascaras que se transformam em conflitos internos devido a interminável busca do vir a ser, mostrando na realidade a fragilidade de nossos estados mentais.   Tanto que podemos ser confusos ou displicentes conforme cada situação que se apresente: Se formos assaltados, procuramos não demonstrar irritação e desagrado agressivo, para não sofrer as seqüelas de tal descuido...Perante as autoridades constituídas legalmente usamos de “jeitinho”, resignação e prudência para não ferir imagens alheias perigosas; e explodimos satisfatoriamente diante dos fracos e oprimidos assegurando a superioridade que exibimos gloriosos em nossos dissabores fazendo este movimento interno de vai e vem, onde não existem separações entre o ato e a coisa em si, pessoa e a situação todos se encontram enredadas no mesmo campo, o pensamento.

Um movimento de valores em contradição invariável na extensão mútua de nossas relações com as coisas, com a sociedade e idéias. O ego neste caso, como “senhorio da habitação” acaba sendo um centro ágil de poder em busca de mais poder e afirmação nas expansões que fazemos em vários setores como, por exemplo: Num cargo importante na empresa, no carrão novo que ostentamos, no recheio da carteira ou conta bancárias, no exibir roupas boas e confortável, na nossa bela namorada e coisas que dizemos possuir e sermos proprietários. Estes são nossos valores básicos no cotidiano, e em torno dele gira nossa vida e assim construímos o que somos e mostramos a sociedade que compra esta imagem de bem sucedido ou em outros casos a mesma que se compadece de um mendigo que pede um pedaço de pão, esquecendo que os dois são humanos e que ao se comparar com qualquer coisa, se torna semelhante ou menor a ela.

Entretanto, não notamos que o aspecto psicológico da busca de poder possui natureza cultural, nos é inserido pelo meio em que vivemos, como forma de sermos cada vez mais competitivos com nossos entes, e é totalmente dispensável de forma que tudo nós podemos possuir sem nos deixarmos possuir por elas. Podemos ter todas as coisas sem que elas nos tenham.Podemos ser do mundo, sem pertencer a ele, sem se apegar às coisas e dar o valor excessivo a elas. Desta forma surgiria um novo mundo o assumir as coisas da vida um verdadeiro e natural lugar na mente humana, o que com certeza seria o imediato fim a todas as guerras e dissensões políticas, culturais, religiosas, e econômicas que são apenas hoje o espelho que são da nossa psique distorcida.

Quando você tem noção da sua verdadeira individualidade e vê que a sua importância no universo não é tanto quanto você pensa, que o mundo continuaria rodando depois da sua partida, você detem os movimentos dos pólos dentro de si... Assim, como uma maquina nova, funciona de forma suave e sem atritos, se cérebro esta placidamente meditando e você alcança a tão sonhada harmonia interior tão disseminada pelas religiões e para de cobrar Deus para que tome uma atitude contra estes insanos.  Os psicólogos para que lhe cure a famigerada depressão e a si mesmo para que de uma solução pra este conflito interno... Isto é a paz-ciência, é a morada da alma é pura e nobre sutileza do pensar, essência do amor... Meditação!

Em tempo: “A imagem que vês no espelho não é a sua, mas um reflexo distorcido do que a sociedade quer que você seja”.

Inspirações literárias: Jiddu Krishnamurti, Buda, Jesus Cristo entre outros...

 

Escrito por Fernando Alarcon às 17h16
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